sexta-feira, 1 de junho de 2012

Amigos e funcionários da Google gravam vídeo de apoio ao Casamento Civil Igualitário




”Meu relacionamento não é um remendo, não é um jeitinho, é uma coisa de verdade. O que eu sinto é tão intenso que não merece uma virgulinha ajeitada ali e pronto”, diz um dos funcionários da maior empresa de internet do planeta, a Google, em um vídeo de apoio ao casamento igualitário no Brasil.
O vídeo, produzido por funcionários da Google de vários estados brasileiros, foi lançado no YouTube nessa terça-feira, 29, e se soma a uma campanha pelos “mesmos direitos com os mesmos nomes” já em andamento, e que tem como objetivo apoiar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), de autoria do deputado Jean Wyllys e da deputada Erika Kokay (PT-DF).
Nó vídeo da Google, heteros e homossexuais, funcionários/as e amigos/as da empresa oferecem justificativas diretas, claras – e algumas até pessoais – sobre a importância da sociedade brasileira valorizar a sua diversidade, reforçando que todos os cidadãos possam ter os mesmos direitos e deveres. Dentre algumas destas, estão: “Por que eu posso me casar com minha namorada e ele não pode se casar com o namorado dele?,  “o estado é laico, não é um estado religioso” e “o que passa pela minha cabeça quando pessoas são excluídas do casamento civil, de selar um compromisso público… eu nada mais vejo do que uma simples e direta discriminação”.  
Lançada em maio no Rio de Janeiro, a campanha pelo casamento civil igualitário no Brasil reúne artistas, celebridades, políticos, intelectuais e formadores de opinião. Pessoas como Caetano Veloso, Chico Buarque, Arlete Sales, Marcelo Tas, Mariana Ximenes, Cauã Reymond, Preta Gil, Marisa Monte, Daniela Marcury, Fabiula Nascimento, Ney Matogrosso, Sandra de Sá, Zélia Duncan, Alexandre Nero, entre muitos outros, já aderiram.
A campanha está percorrendo o Brasil com o objetivo de acabar com a discriminação legal contra os casais formados por pessoas do mesmo sexo – que tem alguns dos seus direitos civis negados por não poderem se casar civilmente – e fazer valer o princípio da igualdade perante a lei.






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