sexta-feira, 10 de agosto de 2012

"Carrinhos do prazer" voltam a distribuir vibradores em Nova York





Os "carrinhos do prazer" que planejam distribuir 10 mil vibradores em Nova York, e que foram embargados pela prefeitura da cidade por não ter licença para a ação de marketing, puderam finalmente distribuir sua "carga" e satisfazer milhares de cidadãos.

A linha de artigos eróticos Trojan Vibrations, que na quarta-feira e ontem ia a presentear dois de seus modelos de vibradores em carrinhos separados, pôde concluir enfim seu objetivo depois de obter uma autorização do Prefeitura de Nova York mediante o pagamento de US$ 3.100, informa nesta sexta-feira o jornal "New York Post"

A ação foi interrompida no primeiro dia, quando apenas cerca de 200 unidades haviam sido entregues, porque os responsáveis não tinham as permissões necessárias e o tumulto que se formou em torno dos carrinhos atrapalhou a passagem de pedestres.

"Com as licenças oficiais da cidade de Nova York na mão, os carrinhos do prazer foram recarregados para servir prazer", anunciou a Trojan Vibrations em sua página do Facebook, para indicar que a campanha finalmente poderia ser realizada, agora em um único ponto do distrito do Meatpacking.

Diante da convocação, milhares de pessoas - mulheres em sua maioria, mas também homens - fizeram fila até um carrinho identificado com os dizeres "Pegue aqui suas vibrações" e "Goze o momento", para ganhar gratuitamente um dos vibradores, que normalmente custam de US$ 30 e US$ 40, dependendo do modelo.

Em duas horas, foram doadas 3.600 unidades, o que levou um dos representantes da empresa a dizer que estavam "muito felizes por ter trabalhado com a prefeitura para conseguir que a campanha fosse um sucesso", ainda segundo o veículo.

A decisão da prefeitura causou mal-estar entre alguns cidadãos, que julgaram a medida arbitrária, na linha de outras adotadas pelo prefeito, Michael Bloomberg, como a proibição de fumar e a extinção dos refrigerantes tamanho extragrande, que o fizeram levar o apelido "Babá Bloomberg".

"Os vibradores pequenos e baratos estragam logo - disse ao jornal Rose Moon, de 29 anos, enquanto aguardava na fila. Espero que este seja melhor que os aparelhos a que estou acostumada, e que dure para sempre".

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