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sábado, 8 de setembro de 2012

Caso de mãe que vendeu 3 filhas por R$ 6 choca a Índia



O caso de uma mulher que vendeu as três filhas pelo equivalente a R$ 6 por não conseguir cuidar delas chocou a Índia.

Purnima Halder parece ter 30 e poucos anos, mas não sabe a idade ao certo nem onde nasceu. Para ela, a vida tem sido uma luta constante.

Sem nenhuma dose de emoção, ela conta que decidiu se desfazer das filhas Piya, de 10 anos, Supriya, de 8, e Roma, de 4, para evitar que elas seguissem pelo mesmo caminho.


A história somente se tornou conhecida porque elas foram resgatadas e agora estão, junto com a mãe, em um abrigo para vítimas de tráfico humano em Bijoygunge, a 60 quilômetros de Calcutá.

Os assistentes sociais temiam que elas fossem obrigadas a se prostituir ou serem vítimas de casamentos forçados.

Expulsas

O drama das meninas começou ao serem expulsas de casa pelo próprio pai.

Purnima conta que o marido ficava bêbado com frequência e batia nela e nas filhas.

Até que um dia ele as mandou embora.

Elas acabaram indo morar numa estação de trem, onde Purnima foi convencida a vendê-las para que tivessem supostamente uma vida melhor.

Mas o destino delas era incerto, em uma região onde o tráfico humano é um problema sério.

Mais de 15 mil crianças desapareceram nas mãos de traficantes em Bengala Ocidental no último ano.





"Isso é o que a vida fez a ela (Purnima). Ela está desesperada. Ela enfrentou a pior escolha que uma mãe poderia ter que enfrentar - se desfazer de suas filhas", afirma Annapurna Ghosh, superintendente da casa que abriga mais de cem mulheres e meninas, além de 30 meninos.

No abrigo, as meninas estão seguras, mas sentem dificuldades de adaptação. Elas ainda estão traumatizadas. E ainda temem que a mãe se desfaça delas outra vez.






Anúncio em Recife gera polêmica sobre preconceito contra gays

Por Letícia Lins (opais@oglobo.com.br) | Agência O Globo – qua, 5 de set de 2012





RECIFE - Uma peça publicitária inspirada em uma campanha institucional de Recife causou polêmica e foi levada ao Ministério Público nesta quarta-feira pelo grupo "Leões do Norte", que defende os direitos LGBT. Para atrair turistas, a prefeitura criou a campanha "Recife te quer". Entretanto, no início da semana, o movimento católico Pró-Vida publicou um anúncio, no jornal Folha de Pernambuco, com a frase "Pernambuco não te quer". O texto repudia não só o turismo sexual, mas também o "homossexulismo". A chamada destaca as expressões "exploração sexual de menores", "homossexualismo","prostituição" e "pedofilia".





A peça publicitária gerou uma série de protestos nas redes sociais e, na manhã desta terça, o grupo que defende os direitos homssexuais pediu providências à Promotoria de Direitos Humanos do MPPE. Segundo a reivindicação, o Pró-Vida não distingue "o homossexualismo dos crimes de pedofilia e da exploração sexual de crianças e adolescentes".

A iniciativa de procurar o MP, segundo o grupo, é uma forma de expor " a indignação da comunidade LGBT diante do anúncio do Pró-Vida". O movimento católico acusou as instituições oficiais de turismo de Pernambuco de estimularem o turismo sexual, seja hétero ou homossexual, principalmente em Recife, recentemente reconhecida como destino " friendly".
A Prefeitura distribuiu uma nota desautorizando o Pró-Vida a se apropriar do slogan "Recife te quer", adotado nas suas campanhas institucionais de incentivo ao turismo. Já o Jornal Folha de Pernambuco esclareceu que o conteúdo do anúncio não representa a opinião do jornal. Segundo a direção do Pró-Vida, o grupo católico queria apenas dizer que o estado não deseja práticas que estimulem o turismo sexual.




Tipos de salto para cada ocasião

Postado por LARISSA FARIA ( toda diva )


Toda mulher adoooora usar salto alto. Além de deixar a silhueta bonita,  valoriza o  look e ainda chama a atenção do sexo oposto. Se você quer investir num sapato de salto com muito estilo, veja qual o modelo apropriado para cada ocasião!




Salto vírgula



Este modelo é curvo, moderno e sensual. Deve ser usado somente em ocasiões de lazer. Combina com qualquer tipo de roupa.




Salto agulha



Considerado o modelo mais sexy, é superfino. Não deve ser usado por quem tem pernas grossas e/ou é gordinha. Use-o com vestidos, saias e calças ajustadas ao corpo em ocasiões formais e de lazer.




Salto anabela



Considerado informal, é o salto clássico ligado ao solado do sapato: baixo na planta do pé e alto no calcanhar. Deve ser usado com peças informais, como calças largas, e, preferencialmente, durante o dia.





Salto carretel



É UM MODELO “ACINTURADO”, DISCRETO E BASTANTE FEMININO. TAMBÉM CHAMADO DE LUIS XV, TEM A BASE MAIS LARGA QUE O CORPO. COMBINE-O COM VESTIDOS, SAIAS E TAILLEURS COM COMPRIMENTO ACIMA DOS JOELHOS.




Salto cone



É popularmente conhecido como forma de casca de sorvete.
Ótimo para ser usado no trabalho e em ocasiões informais, com calças retas e soltas, vestidos, bermudas e shorts.







Salto geométrico


Com formatos esculturais, geralmente, mistura diversos materiais em sua composição. O sapato parece não ter salto. Calce-os com roupas ultramodernas e curtas.



                              


Salto plataforma



Bastante confortável, é um salto integrado ao solado. É alto desde a planta do pé até o calcanhar. Combina com vestidos, calças e saias mais pesadas.




Salto robusto



Mais largo, ele deixa o look menos sério, mas elegante. Combina com saias, calças, bermudas e vestidos de todos os comprimentos. Pode ser usado em eventos informais ou pouco formais.



sábado, 11 de agosto de 2012


Vôlei feminino vence a final contra os EUA e consagra-se bicampeão olímpico consecutivo





Na tarde deste sábado, 11, na Olimpíada de Londres, as meninas do time brasileiro de vôlei mostraram ao mundo que formam uma das melhores seleções do planeta. As atletas, comandadas pelo técnico José Roberto Guimarães (58), venceram os Estados Unidos, apontado com o mais temido da competição, por 3 sets a 1 – parciais de 11/25, 25/17, 25/20 e 25/17 – e consagraram-se bicampeãs olímpicas consecutivas.
A partida de hoje entre Brasil e EUA foi parecida com a disputa pelo ouro que aconteceu há 4 anos, na Olimpíada de Pequim. Em meio às críticas ao seu desempenho antes e durante o maior torneio esportivo do planeta, a seleção brasileira entrou em quadra determinada, venceu o favoritismo do adversário e garantiu-se no lugar mais alto do pódio.





No primeiro set fomos tomadas pela ansiedade, aquilo de querer demais, e nada deu certo. Mas depois conseguimos reverter e ganhamos”, disse Sheilla (29) em entrevista logo após a partida. “Esse ouro calou a boca de muitos”.
Zé Guimarães também alcançou uma marca pessoal. Com o ouro do masculino em 1992 e do feminino em 2008 e 2012, ele tornou-se o primeiro técnico brasileiro tricampeão olímpico.
Após o Brasil e os Estados Unidos, subiu ao pódio a equipe do Japão, medalhista de bronze.
Com o 1º lugar do vôlei feminino, o Brasil chega à 27ª posição no quadro geral de medalhas, com dois ouros, três pratas e oito bronzes.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

"Carrinhos do prazer" voltam a distribuir vibradores em Nova York





Os "carrinhos do prazer" que planejam distribuir 10 mil vibradores em Nova York, e que foram embargados pela prefeitura da cidade por não ter licença para a ação de marketing, puderam finalmente distribuir sua "carga" e satisfazer milhares de cidadãos.

A linha de artigos eróticos Trojan Vibrations, que na quarta-feira e ontem ia a presentear dois de seus modelos de vibradores em carrinhos separados, pôde concluir enfim seu objetivo depois de obter uma autorização do Prefeitura de Nova York mediante o pagamento de US$ 3.100, informa nesta sexta-feira o jornal "New York Post"

A ação foi interrompida no primeiro dia, quando apenas cerca de 200 unidades haviam sido entregues, porque os responsáveis não tinham as permissões necessárias e o tumulto que se formou em torno dos carrinhos atrapalhou a passagem de pedestres.

"Com as licenças oficiais da cidade de Nova York na mão, os carrinhos do prazer foram recarregados para servir prazer", anunciou a Trojan Vibrations em sua página do Facebook, para indicar que a campanha finalmente poderia ser realizada, agora em um único ponto do distrito do Meatpacking.

Diante da convocação, milhares de pessoas - mulheres em sua maioria, mas também homens - fizeram fila até um carrinho identificado com os dizeres "Pegue aqui suas vibrações" e "Goze o momento", para ganhar gratuitamente um dos vibradores, que normalmente custam de US$ 30 e US$ 40, dependendo do modelo.

Em duas horas, foram doadas 3.600 unidades, o que levou um dos representantes da empresa a dizer que estavam "muito felizes por ter trabalhado com a prefeitura para conseguir que a campanha fosse um sucesso", ainda segundo o veículo.

A decisão da prefeitura causou mal-estar entre alguns cidadãos, que julgaram a medida arbitrária, na linha de outras adotadas pelo prefeito, Michael Bloomberg, como a proibição de fumar e a extinção dos refrigerantes tamanho extragrande, que o fizeram levar o apelido "Babá Bloomberg".

"Os vibradores pequenos e baratos estragam logo - disse ao jornal Rose Moon, de 29 anos, enquanto aguardava na fila. Espero que este seja melhor que os aparelhos a que estou acostumada, e que dure para sempre".

terça-feira, 7 de agosto de 2012

SERÁ QUE AS COISAS ESTÃO COMEÇANDO À MELHORAR PRA, NÓS, MULHERES?





Agressor de mulher terá que pagar gastos do INSS

Agressores deixarão de responder apenas criminalmente em casos de violência doméstica e passarão a ser punidos também no bolso. A partir desta terça-feira, a Advocacia-Geral da União (AGU), em nome do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), vai pôr em prática uma iniciativa pioneira: ajuizar ações regressivas para cobrar o ressarcimento de gastos da União com auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e pensão por morte para os dependentes.
Ações regressivas já são ajuizadas pela União em maior escala contra empresas responsáveis por acidentes de trabalho - 2 mil processos em 21 anos, que somam mais de R$ 360 milhões. No ano passado, começaram os processos contra causadores de acidentes de trânsito. Agora, uma força-tarefa federal cuidará também de ações de violência doméstica.

O projeto deverá ser estendido a todos os Estados, por meio de parcerias com os Ministérios Públicos locais. Além da Secretaria de Políticas para Mulheres, já foram firmadas parcerias com as delegacias de Brasília e Espírito Santo.

A iniciativa terá início com a entrada, no Tribunal Regional Federal da 1.ª Região, em Brasília, de duas ações que já custaram R$ 53 mil aos cofres públicos, com estimativa de ultrapassar R$ 209 mil. Um dos casos que terá a ação ajuizada hoje é um homicídio ocorrido em 5 de fevereiro. O marido matou a mulher, deixando um filho de 3 anos. Até este mês, foram pagos R$ 3.859 de pensão por morte à criança, que, a princípio, tem direito ao benefício até completar 21 anos. Nesse caso, o custo à Previdência Social seria de R$ 156 mil.

A outra ação regressiva cobrará do acusado de uma tentativa de homicídio com qualificadores, ocorrida em setembro de 2009, os R$ 49.160 pagos à ex-mulher, referentes a dois auxílios-doença, frutos da agressão.

Lei Maria da Penha
A escolha da data para início das ações não foi aleatória: a Lei Maria da Penha, que pune praticantes de violência doméstica, completa hoje seis anos. No último semestre, a quantidade de denúncias feitas à Central de Atendimento à Mulher, destinada a casos de agressão, praticamente dobrou.

O número exato será divulgado hoje pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, mas ficou em torno de 350 mil. A estimativa é de que os atendimentos já tenham ultrapassado 2,5 milhões desde a criação do serviço, em 2005. De janeiro a março, o Ligue 180 fez 201.569 atendimentos. Entre os 24.775 relatos de violência, a física (de lesão corporal a assassinato) é a mais frequente, com 14.296 registros (58%).

Mais do que representar aumento dos casos, o crescimento de denúncias demonstra conscientização. "Mulheres vão ganhando conhecimento e informação", diz a secretária de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres, Aparecida Gonçalves. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012



Mulheres motoqueiras crescem no Brasil 
Número de mulheres com habilitação para motos cresce 44% em 3 anos. Conheça algumas que deixaram a garupa e assumiram o guidão


Minha moto....






Mari Castelli - Médica Legista e sua princezinha...


Professora de direito Sandra Lúcia, de 42 anos, faz parte do motoclube 

As vendas de novas motocicletas, que têm crescido em geral no Brasil nos últimos anos, também subiram para clientes do sexo feminino. Desde 2009, esse público corresponde a 25% do total, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo). Em 2001, elas eram apenas 17% dos compradores destes veículos.

De Harley pelas ruas

Nem todas começam por iniciativa própria. “Andava na garupa de meu marido e não tinha vontade de pilotar. Mas ele comprou uma moto para mim, me fez tirar habilitação", conta Sandra Beccaro, de 45 anos. "Quando comecei a andar, foi só alegria e agora não tem como largar. Minha moto atual, a terceira, já está com mais de 100 mil km rodados."
Além de trabalhar como administradora de empresas, ela é fundadora do Ladies of the Road, motoclube só para mulheres. Ao comando de sua Harley-Davidson De Luxe, Sandra e suas companheiras saem pelas estradas, chamando a atenção. O grupo acaba de completar 2 anos e conta com cerca de 150 integrantes de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e não se incomoda com os apelidos, como “gangue do batom”, que recebe, nas ruas.
“Os homens ficam admirados, por que nós embelezamos as ruas com motos lindas, e, para as mulheres, acho que somos uma inspiração”, enfatiza Sandra. “Sempre escutamos falar sobre a sensação de liberdade para andar de moto. Pode ser para homem, mas, para mulher, é sensação de poder”, acrescenta.

Toque feminino

Apesar de sofrer com a fumaça expelida pelos motores dos veículos e as roupas de couro tradicionais, as mulheres buscam manter a feminilidade em cima das motocicletas. Dizem que hidratante, creme para cabelo e óculos são indispensáveis. “Em primeiro lugar, vem a segurança, e, depois, os cuidados com a beleza. Apesar de estarmos em um mundo masculino, nunca deixamos de ser mulheres”, explica Sandra.
Este lado feminino também aflora na amizade, segundo outra integrante do motoclube, a professora da direito Sandra Lúcia, de 42 anos. “A amizade é nossa grande diferença. Quando qualquer ‘ladie’ entra no grupo, tem uma receptividade enorme, um carinho gigantesco. O grupo é acréscimo na vida de cada uma, em termos de carinho, aventura, alegria e amizade”, diz.



Sandra Beccaro, uma das fundadoras do Ladies of the Road




Tem mulher na patrulha

Se, por um lado, as mulheres motociclistas já criam seu próprio espaço nas estradas, com motoclubes exclusivos, outras buscam se "infiltrar" entre os homens. É o caso de Daniela Lopes, da Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo. Há quase dez anos na entidade, ela trabalha com motos em seu dia a dia, fazendo rondas e escoltas. “Desde pequena ando de moto. Comecei na garupa de meus irmãos e aos 18 anos tirei a habilitação. Trabalho com as motos na GCM há 5 anos”, diz a guarda civil. Somente outras 3 mulheres exercem a mesma função que ela, sobre duas rodas.

Apesar da experiência, Daniela confessa que enfrentou algumas dificuldades. "Já não é fácil exercer a função policial, ainda mais na motocicleta. Alguns dentro da corporação demostraram receio, mas depois, no dia a dia, tornaram-se parceiros. Nas ruas, as pessoas estranham quando percebem que tem uma mulher fardada pilotando. Elas comentam; a maioria das vezes acredito que seja admiração. As mulheres falam: ‘que legal, você anda de moto'", relata a guarda.



Daniela Lopes, da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, faz rondas e escoltas


Daniela afirma que, com o passar do tempo, este estranhamento inicial torna-se algo positivo. “A mulher é mais atenciosa, cuidadosa. Um exemplo que eu tenho aqui entre os parceiros de trabalho é que eles falam que eu sou muito chata, quero as coisas muito corretas. Mulher tem o instinto feminino, tem uma atenção a mais que os homens”, indica.
O motoclube das "ladies" também ressalta o cuidado maior por parte das mulheres. “Acidente nenhuma teve", conta Sandra Beccaro. “E isso mesmo não sendo fácil controlar uma moto grande de mais de 200 kg”, acrescenta a bióloga Adriana Palma, de 40 anos, outra representante do grupo. Segundo a fundadora, as mulheres são mais disciplinadas: "Elas mantêm a formação, não tem ultrapassagem, seguimos a organização na estrada. Quando entram os homens em nossos passeios, [eles] acabam bagunçando tudo”.


Trabalho de motogirl ajudou Andrea Sadocco


Motogirl

Esta vantagem do sexo feminino também pode ser vista em outro trabalho tipicamente masculino, o dos motoboys ou motofretistas. Andrea Sadocco, de 40 anos, trabalha de 2006, em São Paulo, como entregadora ou motogirl, como ela mesma fala. “Alguns preferem o serviço de mulher por que confiam mais. A mulher é mais honesta”, afirma.

O dinheiro que conseguiu com o trabalho fez a motociclista buscar novos horizontes e bancar um curso de tecnologia da informação; mas abandonar a moto nunca. “Uso moto todo dia, me ajuda muito. Ficar sem moto é muito difícil”, afirma a motogirl.

A intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) Ana Carolina dos Santos, de 25 anos, de São Bernardo do Campo, SP, também utiliza a moto para trabalhar todos os dias. No início, o veículo convivia com o carro, mas, aos poucos dominou a garagem.

Incentivada por sua mãe e padrasto, Ana tirou a habilitação em 2009 e desde então mudou sua rotina. “Fui deixando o carro de lado e só usando a moto. Acabei vendendo o carro e ficando só com a moto”, explica a intérprete. Ela utiliza uma FYM 150 para ir todos os dias ao trabalha, gerando comentários dos colegas. “Não acreditam, eu, toda delicada andando de moto. Mas é muito mais fácil, prático e barato que o carro”, finaliza.


intérprete de Libras Ana Carolina deixou de usar carro e só anda de moto 



Ladies of the Road passeiam pelas ruas de São Paulo





domingo, 5 de agosto de 2012

O feminismo é pop

Luta pela igualdade das mulheres está muito mais presente na cultura pop do que você imagina
Revista TPM




Panmela Castro Aka Anarkia Boladona - Grafiteira carioca que recentemente ganhou o DVF Awards, prêmio anual dado a mulheres que lutam para diminuir a violência e a injustiça de gênero, pela Diller-von Fustenberg Family Foundation. usa sua arte para divulgar a Lei Maria da Penha e combater a violência contra a mulher.




Karina Buhr - No dia das mulheres a cantora, compositora e atriz lançou a ação "Sexo Ágil", um ensaio-manifesto protestando contra o machismo próprio não só de muitos homens como também de muitas mulheres: "O Brasil é um país muito machista (os homens e as mulheres), que tem um discurso lindo a respeito da burca alheia, mas não olha pro próprio pé"




Shonda Rhimes, roteirista e produtoa é responsável por seriados em que as mulheres são protagonistas, mostrando seus dramas sem cair em estereótipos fáceis. Os principais são "Grey’s Anatomy", "Private Practice" e o recente "Scandal"




Katniss Everdeen - Protagonista da trilogia de livros "Jogos Vorazes" (no cinema interpretada por Jennifer Lawrence). Torna-se voluntária para salvar sua irmã e acaba tornando-se líder de uma rebelião contra um regime totalitarista. A antítese da personagem Bella Swan, da saga "Crepúsculo"




Marcia Tiburi - Filósofa, tem um trabalho voltado para aproximar o pop e a filosofia. "Sou livre moralmente, financeiramente, economicamente, psicologicamente. E tem um monte de mulheres que não é. Sou feminista por solidariedade, sobretudo porque não preciso, porque quero e acho isso muito forte. Sou feminista para libertar as outras, para não precisar existirem mais feministas" (Revista Quem, junho 2011).




Arya - Personagem da série "Game of Thrones". Filha de um dos homens mais poderosos do reino, recusa-se a aprender a bordar. Prefere espadas e lutas.




Fernanda Montenegro - Além de ser uma das maiores atrizes do país, extremamente respeitada, durante três anos (2009-2011) estrelou o monólogo "Viver sem Tempos Mortos", apresentado Simone de Beauvoir e suas ideias a milhares de pessoas que lotavam os teatros.




Lisbeth Salander - A heroína sueca da trilogia bestseller Millenium que vinga as mulheres lutando contra homens estupradores (interpretada na versão sueca por Noomi Rapace [foto] e na versão americana por Rooney Mara). Androginia e sexualidade sem fronteira.




As empreguetes de "Cheias de Charme" - Penha, Rosário e Cida mostram que as empregadas domésticas, historicamente submissas pelo sistema capitalista e patriarcal, não aceitam humihações e sabem o valor que tem. São companheiras, e apesar dos relacionamentos com homens ciumentos, encostados e um mau caráter, já explicitaram que sua felicidade não depende apenas de estar com alguém, querem ser independentes e conquistarem seus sonhos.




Marcha das Vadias - O movimento de surgiu em Toronto como resposta a um policial que acusou as mulheres de serem estupradas por causa de suas roupas ganhou o mundo e apresenta pautas historicamente feministas de forma debochada e questionadora.




Rita Lee - O rock brasileiro e os hinos feministas nunca mais foram os mesmos depois que Rita Lee apareceu. Mesmo ao anunciar que não fará mais shows, mostra-se questionadora e atualizada.




Madonna - É um grande clichê associar Madonna ao feminismo, porém, ela continua produzindo discos e lotando shows com sua energia e seu girl power que movimenta a liberdade das mulheres. Além de ícone da libertação gay, comandou sua carreira com mãos de ferro, sem fazer concessões e mostrou que as mulheres também têm desejos sexuais e fetiches. Atualmente mostra que sua idade (53 anos) também não é limite pra nada.




Merida - A princesa do filme "Valente", da Disney/Pixar, desafia as tradições de seu reino. Uma jovem que num momento de impetuosidade deseja mudar sua mãe mas que acaba compreendendo que o desejo de liberdade passa também pela compreensão de que nossa vida também possui laços com nossa família. Portanto, mãe e filha aprendem e respeitam as qualidades uma da outra.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

MULHER CONTRATA HOMENS PARA MATAR O MARIDO E OFERECE SEXO EM TROCA




Charlotte Collinge, de 45 anos, foi condenada à prisão perpétua depois de ter recrutado dois homens para matar o marido, Clifford Collinge, de 61 anos, para ficar com a herança de R$ 3,2 milhões.

Segundo o portal de notícias britânico Daily Mail, Charlotte disse a Stephen Shreeves, de 40 anos, e a Kelvin Dale, de 27, que odiava o marido e os convenceu a cometer o assassinato com a promessa de que faria sexo com eles.

Enquanto Charlotte estava fora de casa comprando cocaína, os dois homens entraram e mataram o agente de notícias aposentado com golpes de braçadeira (uma ferramenta de construção).

Quando Charlotte chegou a casa, encontrou seu marido banhado em sangue, e, ao invés de ligar para a emergência, ela pisou no corpo de Clifford, com quem estava casada há 14 anos.

A ajuda só chegou uma hora e meia depois, porque Charlotte ligou para um amigo do casal, que ficou horrorizado com crime.

O julgamento do trio de assassinos durou quatro semanas. O tibunal estipulou que Charlotte deverá cumprir no mínimo 23 anos na cadeia, enquanto Stephen Shreeves e Kelvin Dale receberam a pena de 18 anos de reclusão.



Após ter a casa assaltada em bairro nobre de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, uma mulher pichou os muros da própria residência e deixou um recado para os ladrões. Após ter a casa assaltada em bairro nobre de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, uma mulher pichou os muros da própria residência e deixou um recado para os ladrões. "Caríssimo ladrão, nesta casa não tem mais nada pra roubar!! Já levaram tudo. Parabéns pela eficiência", escreveu

terça-feira, 31 de julho de 2012


Técnica diz que Rafaela Silva reagiu ao ser chamada de "macaca"; Ministro aciona a PF





Rafaela Silva sofreu uma eliminação dramática na última segunda, foi ao Twitter e bateu boca  com seguidores. O episódio rendeu uma reprimenda à judoca, que até pediu desculpas na rede social. De cabeça fria, Rosicleia Campos, técnica da seleção feminina, contou em detalhes o que fez a pupila perder a compostura.

“Chamaram ela de macaca, que tinha de estar na jaula, que ela era uma vergonha e devia voltar rastejando para o Brasil. Não estou justificando, mas explicando. Ela acabou de sair de uma eliminação difícil, em que ela era cotada para a medalha, vai à internet falar com as pessoas que estão torcendo por ela e lê ofensas desse tipo? Quem devia ir para a jaula é quem falou isso. Nem eu estou preparada para lidar com algo nesse nível”, disse Rosicléia Campos.

Logo após o incidente a CBJ acionou o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) para informar o ocorrido. Rafaela Silva foi consultada e pediu para que o caso fosse esquecido, assim como seu treinador, Geraldo Rodrigues. O ministro do Esporte Aldo Rebelo, no entanto, não quer que o caso acabe em Londres. 

"Isso é inadmissível. Criticar ou julgar um atleta tudo bem, mas o crime de racismo é inaceitável. Acho que o Governo tem de tomar providências. Vou pedir uma investigação à Polícia Federal", disse o político, que falou que o desejo da atleta de não seguir adiante com o caso não vai fazê-lo mudar de opinião. 

"Acho que não, porque a ofensa racista não ofende só a atleta, mas ofende ao país. Já pedi ao pessoal para investigar o que aconteceu", disse o ministro, em conversa pelo telefone com o UOL Esporte. 





Rosicléia revelou que após o incidente Rafaela foi chamada para conversar com Ney Wilson, coordenador-técnico da CBJ. Ela foi orientada a não acessar ou postar nada nas redes sociais, para evitar novas polêmicas.
Rafaela era uma das favoritas ao pódio na categoria até 57 kg. Em sua segunda luta, no entanto, ela foi eliminada ao pegar na perna da húngara Hedvig Karakas, movimento proibido no judô desde 2008.
A brasileira sentiu muito a queda precoce no torneio olímpico. Logo após receber a desclassificação, ela caiu no tatame em prantos. Mais tarde, ela admitiu que fez mesmo o golpe ilegal. “Eu senti ela descendo e nisso eu coloquei a mão, porque a regra diz que quando você desequilibrou a adversária descendo, você pode meter a mão na perna. Achei que fosse isso, mas infelizmente cometi esse erro”, disse Rafaela, logo após sua luta, na última segunda.

COB oferece apoio jurídico, mas Rafaela recusa

Em nota oficial, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) informou que ofereceu ajuda jurídica a Rafaela Silva, no caso de ela querer iniciar alguma ação. No entanto, a judoca recusou o auxílio. Leia abaixo a nota completa da entidade:

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB), a Confederação Brasileira de Judô e a Missão Brasileira nos Jogos Olímpicos Londres 2012 repudiam qualquer manifestação de racismo, seja contra atletas, membros de delegações ou qualquer outra pessoa.
O Brasil é um país multirracial e não se deve admitir e tolerar, sob nenhuma hipótese, atitudes que estimulem qualquer tipo de segregação.
A Missão Brasileira em Londres, prestando auxilio jurídico a atleta, consultou o departamento jurídico do COB sobre as medidas legais que possam ser tomadas.
No entanto, a própria Rafaela Silva não pretende dar prosseguimento ao caso.

Atenciosamente,

COB – Relações com a Imprensa

segunda-feira, 30 de julho de 2012


Vi isso hoje em uma comunidade do Face e achei demais...leiam e tirem suas conclusões...





O estupro tornou-se um problema endêmico na África do Sul, então uma técnica da área médica, chamada Sonette Ehlers desenvolveu um produto que imediatamente chamou a atenção nacional. Ehlers nunca se esqueceu de uma vítima de estrupo lhe dizendo, "Se ao menos eu tivesse dentes lá embaixo." Algum tempo depois, um homem chegou ao hospital no qual Ehlers trabalha com uma dor terrível, por conta do zipper que havia fechado sobre seu pênis. Ehlers misturou as duas imagens e desenvolveu um produto chamapo Rapex. O produto parece um tubo, com fisgas dentro. A mulher o coloca como um absorvente interno, através de um aplicador, e qualquer homem que tentar estuprar a mulher irá se rasgar com as fisgas e precisará ir a um hospital para remover o Rapex. Quando os críticos reclamaram que se tratava de uma punição medieval, Ehlers respondeu, "Uma punição medieval para uma atitude medieval."

domingo, 29 de julho de 2012


Parto em casa e trabalho de parteira estão proibidos





Uma decisão tomada pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) acendeu a discussão sobre os direitos da mãe na gravidez.
Duas resoluções, que entraram em vigor na semana passada, proíbem a atuação de parteiras, doulas – acompanhantes de gestantes – e a realização de partos em casa.
O principal argumento da entidade é que essas profissionais e o procedimento fora de ambiente hospitalar coloca em risco a mulher e o bebê.
Bia Siqueira, Guilherme Abrunhosa e a filha Bel, que nasceu há 15 dias, defendem o parto humanizado e criticam decisão dos médicos do Rio.
O médico que participar do parto domiciliar será processado disciplinarmente e pode até perder o direito de exercer a profissão. O Rio é o primeiro estado do País a ter esse tipo de proibição. No Brasil, existem cerca de 60 mil parteiras em atuação.
“Estão querendo voltar ao tempo em que as mulheres tinham filhos em casa. Isso é absolutamente inseguro. Essas mães estão sendo iludidas. A doula não tem formação nenhuma. E o médico que atua com elas ou faz parto em casa comete um crime contra o paciente”, defendeu o obstetra Luís Fernando Moraes, conselheiro do Cremerj.
Pais de Bel, de apenas 15 dias, o casal Bia Siqueira, 31, e Guilherme Abrunhosa, 29, defende que a atividade de doula é importante para muitas mães no trabalho de parto.
“Com essa proibição, se eu tiver outro filho, vou entrar com mandado de segurança para garantir uma doula ao nosso lado. Ela trouxe tranquilidade para a Bia”, disse Guilherme.
Com mais de cinco mil partos no currículo, a professora de Enfermagem Lelia Maria Queiroz acha a medida do Cremerj arbitrária . “O Ministério da Saúde reconhece as parteiras. Como os médicos do Rio, não?”.
Coren afirma que decisão é retrocesso e vai acionar MP
O Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ) vai acionar o Ministério Público contra a medida do Cremerj. A entidade afirma que a decisão pode resultar no fim das casas de parto, além de ser ilegal e um retrocesso histórico, porque legisla sobre o corpo feminino.
“As resoluções inibem o direito da mulher de decidir onde e por quem será acompanhada no seu parto, praticamente obrigando-a a dar à luz no hospital.
O Cremerj desrespeita os preceitos dos manuais do SUS sobre os direitos sexuais e reprodutivos, além dos decretos do Ministério da Saúde referentes à humanização no parto”, afirmou o presidente do Coren-RJ, Pedro de Jesus.
A Presidente da Associação Nacional de Doulas, a professora Maria de Lourdes da Silva Teixeira, a Fadynha, 63 anos, lembrou que a decisão terá efeito imediato em muitas mães.
“Ficamos proibidas de entrar nas maternidades. E como fica o direito da gestante?”, disse ela, que, mesmo com a proibição, vai ministrar um curso para formação de doulas em setembro.
FONTE: Jornal O Diacasa


Ativistas do Femen protestam em SP contra proibição de partos em casa



SÃO PAULO - O braço brasileiro do grupo feminista Femen realizou neste domingo um protesto contra a proibição do parto humanizado no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, em São Paulo. Segundo Sara Winter, de 19 anos, primeira brasileira a integrar o grupo feminista, é um direito da mulher escolher a forma como quer ter o seu filho, se em casa ou no hospital. Além de Sara Winter, Bruna Tene, também integrante do Femen, participou da manifestação, que foi muito rápida. A dupla mostrou os seios e encenou um parto. Não houve repressão policial, mas poucas pessoas que estavam na Paulista se deram contra da manifestação.
- No Brasil não há qualidade nem atendimento digno à mulher que queira ter seu filho no sistema público de saúde, não há preocupação com o bem estar da mulher e do recém-nascido. Faltam leitos e a comida é de baixa qualidade, o índice de infecções hospitalares é um dos maiores no mundo. E a mulher não tem direito a acompanhantes neste momento tão difícil - diz comunicado divulgado pelo Femen Brasil.
O Femen é um movimento que nasceu na Ucrânia em 2008 e realiza manifestações nos quatro cantos do planeta buscando o direito da mulher e das crianças e o fim de práticas como o turismo sexual e exploração sexual de mulheres. Na Europa, o grupo realizou um protesto antes da final da Eurocopa, no início de julho. Sem camisas e algumas fantasiadas como o ditador alemão Adolf Hitler, elas protestaram contra o sequestro três membros do grupo antes da partida entre Ucrânia e França, por agentes do serviço secreto ucraniano.